ALPB concede medalha Epitácio Pessoa à médica Roseane Marchado
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O deputado Dênis Soares (foto), que é membro do diretório nacional do PV afirma ser contrário a política de barreira, mas foi pragmático ao dizer que o partido está sendo [...]
O deputado estadual sargento Denis (PV) revelou nesta quarta-feira (04) que, caso os diretórios municipais não venham a aderir à política de “cláusula de barreira”, que obriga os diretórios estaduais a produzirem 5% de votos nas eleições, serão destituídos do Partido Verde. A Lei foi instituída pelo Congresso Nacional, há três anos.
O membro do diretório nacional do PV afirma ser contrário a política de barreira, mas foi pragmático ao dizer que o partido está sendo obrigado a tomar atitudes que consistem em trazer resultados.
“A executiva decidiu que todos os militantes do partido, mais de 5 mil filiados na Paraíba, devem votar nos candidatos estadual e federal do partido,” enfatiza.
Segundo ele, se os presidentes dos diretórios municipais não se sentirem contemplados na lista de candidatos podem suscitar nomes, inclusive se candidatando, sendo taxativo ao afirmar que se os diretórios não se colocarem a disposição do partido serão destituídos do PV, inclusive os que já tenham representações.
Ele acredita que o Partido Verde na Paraíba, que vai completar 20 anos de existência este mês, tem chances de ultrapassar a cláusula imposta pela Legislação Eleitoral, entretanto, “antes o PV não tinha preocupação com resultado na urna, o poder pelo poder”, critica.
Antes, a preocupação era apenas em divulgar nossa ideologia verde, como o desenvolvimento sustentável, energia alternativa e a sócio-ecologia, a exemplo das lutas mais memoráveis como as lutas contra a caça das baleias, energia nuclear e os espigões da orla marítima, justifica.
“Essa Lei foi criada para inviabilizar os pequenos partidos. Massificaram na mídia que os partidos pequenos são de aluguel, sendo comprados com facilidade, o que não é verdade”, contesta.
Na avaliação dele, o PV, PSB, PPS e PC do B, entre outros, são partidos ideológicos.
“Essa política de alcance de índice traz prejuízos para a democracia, já que os partidos podem desaparecer se não chegarem nos 5%, sofrendo retaliações quanto a ter espaço no horário eleitoral gratuito e no fundo partidário, por exemplo, acabando com a vida partidária”, alerta.
Sargento Denis ressalta que o partido nunca se preocupou com resultado eleitoral, “mas já que a cláusula de barreira nos impõe a proceder como os grandes partidos, temos que agir para não desaparecer”, conclui o deputado.
Metas – “O importante agora é ultrapassar a margem dos 5% em no mínimo 2% para candidatos federais e estaduais”, aposta.
Fonte: WSCOM
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