Romero denuncia descaso com IML de Campina

O deputado estadual Romero Rodrigues (PSDB) está reclamando do Governo do Estado com referência aos serviços realizados pelo Instituto Médico Legal (IML) de Campina Grande. Segundo o parlamentar, o IML [...]

📅 Publicado em 13 de abril de 2010 📍 João Pessoa, PB

O deputado estadual Romero Rodrigues (PSDB) está reclamando do Governo do Estado com referência aos serviços realizados pelo Instituto Médico Legal (IML) de Campina Grande. Segundo o parlamentar, o IML não vem atendendo as necessidades da população campinense e do Compartimento da Borborema.

Ele disse que têm sido constantes as reclamações com relação à falta de médicos legistas na referida unidade, causando transtornos a aquelas pessoas que precisam dos serviços da instituição. Citou o caso de uma pessoa cujo corpo foi levado ao IML na última quinta-feira, e, infelizmente não havia médico de plantão no local, havendo uma consulta ao IML da cidade de Guarabira, e a informação de que o referido profissional ali lotado se encontrava em outra cidade. Foi necessário se mobilizar um médico legista de João Pessoa para que fosse prestado o serviço em Campina Grande, depois de muitos contratempos para os familiares dessa pessoa, que passavam por um momento de grande dor e comoção.

Assinala que no Governo Cássio Cunha Lima os serviços eram prestados regularmente, porém com o novo Governo, as famílias têm dificuldades de receber o atendimento, quando o corpo de um ente das mesmas é conduzido até aquela casa.

Disse que é inadmissível a falta de médicos de plantão, problema que tem causado revolta aos que necessitam dos serviços desses profissionais, salientando que a culpa pela falta de legistas cabe única e exclusivamente aos dirigentes governamentais, que não se preocupam em dar as condições ideais para o trabalho desses no Instituto.

– Lamentavelmente o IML de Campina Grande está ao abandono, sem rumo, sem administração, necessitando-se da ação do Governo para resolver esses problemas. Não é possível que uma cidade como Campina Grande, um pólo que concentra quase um milhão de habitantes ao seu redor não disponha de uma instituição à altura de suas necessidades.

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