ALPB decreta luto de três dias pela morte do ex-deputado Pedro Medeiros
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A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, nesta quarta-feira (8), uma sessão especial para debater as questões relacionadas à terra e agricultura, produção de alimentos e conflitos agrários na região [...]
A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, nesta quarta-feira (8), uma sessão especial para debater as questões relacionadas à terra e agricultura, produção de alimentos e conflitos agrários na região do litoral sul paraibano. A propositura do deputado Frei Anastácio (PT) reuniu agricultores e parlamentares que discutiram soluções para os problemas enfrentados pelas pessoas que dependem da produção rural na região.
O deputado Frei Anastácio e os representantes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) da Paraíba e Pernambuco, do Banco do Nordeste e da Polícia Militar do Estado ouviram as indagações feitas pelos camponeses e decidiram encaminhar os problemas discutidos para os órgãos responsáveis, como o Governo Estadual e Federal.
A reunião, que aconteceu no Plenário do Poder Legislativo, iniciou com uma apresentação teatral realizada pelos trabalhadores do campo em protesto as dificuldades existentes com a agricultura familiar. A sessão também foi acompanhada pela musicalidade de um grupo musical de agricultores que reivindicaram a reforma agrária.
O deputado Frei Anastácio, que presidiu a sessão, destacou em seu discurso as condições de vida dos agricultores paraibanos. “Todos os dias chegam reclamações em meu gabinete sobre a violência, pois o policiamento nessa região do Litoral Sul é muito precário. O homem do campo precisa ser mais valorizado”, disse o parlamentar.
O Frei Anastácio ressaltou também a questão da reforma agrária, que foi discutida na reunião. “Temos avançado bastante na reforma
agrária, mas não no ritmo que queríamos. Porém, tem sua importância para quem vive da terra”, disse.
“O Estado tem a obrigação de garantir o direito ao acesso à terra para quem nela vive e trabalha. No entanto, esse estatuto não é posto em prática, visto que várias famílias camponesas são expulsas do campo, tendo suas propriedades adquiridas por grandes latifundiários”alegou o coordenador do acampamento Capim de Cheiro, em Caaporã.
Os participantes da discussão resolveram que o diálogo deve ser permanente entre as instituições e os Poder Legislativo para que haja avanços para solucionar problemas de violência no campo, reforma agrária e agricultura familiar.
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